Antes do começo da free agency, a posição de running back foi talvez a novela mais intrigante do período mais movimentado de negociações e trocas da NFL.
Nunca antes tínhamos visto tantos corredores de renome chegarem ao mercado ao mesmo tempo, com nada menos que sete RBs do Pro Bowl mudando de equipe no começo da free agency.
Então, quais movimentos chamaram a atenção? E quais vêm com pontos de interrogação antes da nova temporada? Aqui está uma classificação dos grandes negócios até agora.
Possivelmente o negócio mais surpreendente, já que Barkley passou de um dos rostos da franquia de Nova York para abandonar o navio e se tornar um reforço de seus maiores rivais.
E ele provavelmente será uma boa opção, pois dará ao ataque dos Eagles outra saída explosiva e se beneficiará de uma linha ofensiva forte.
A mudança é boa para o próprio Barkley, já que o contrato de três anos de US$ 37,5 milhões que ele recebeu dos Eagles é quase o melhor que se poderia ter para um running back que não se chama Christian McCaffrey.
Alguns movimentos parecem certos, não é? O estilo contundente de Derrick Henry parece um ajuste perfeito para os Ravens.
Henry acabou de completar 30 anos, então teremos que ver se oito anos de corrida no Tennessee o prejudicam este ano, mas todos os ingredientes estão lá para ele causar um impacto e adicionar outro nível ao já eficaz jogo terrestre de Baltimore
Jacobs imediatamente preenche o espaço deixado por Aaron Jones em Green Bay. Ele pode não ser tão versátil quanto Jones, mas é mais uma presença física, algo com que os Packers podem trabalhar.
É também um acordo favorável à equipe, que dá aos Packers uma cláusula de saída após o primeiro ano que lhes custaria US$ 14,8 milhões.
Jones irá melhorar imediatamente o backfield dos Vikings e se juntar a um ataque que precisará de ajuda, dada a saída de Kirk Cousins.
Incluíremos esta mesmo que tenha sido uma troca, com os Texans conseguindo Mixon por uma escolha de sétima rodada no draft. Aos 27 anos, Mixon ainda deve ter muito a oferecer, com o ex-Pro Bowler trazendo muita experiência – incluindo uma aparição no Super Bowl – para um time dos Texans ainda muito jovem.
Swift teve uma temporada efetiva no ano passado, quando foi ao Pro Bowl e ultrapassou a marca de 1.000 jardas na Filadélfia.
Os Bears provavelmente reforçarão a linha ofensiva no draft para ajudar seu quarterback – provavelmente Caleb Williams – e isso também deve aumentar os números de Swift.
Uma jogada sólida, mas talvez nada espetacular. Os Titans conseguem um modelo mais jovem depois da emocionante despedida de Henry, com Pollard precisando mostrar que o ano passado não foi o início de uma tendência de queda.