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Messi: o gênio da bola, das estatísticas e dos corações

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Se futebol fosse uma equação, Lionel Messi seria a incógnita que nenhum marcador resolve. Se fosse poesia, seria verso livre, rima rica. E se fosse uma série, seria TOP10 das m ais vistas por todos os anos e anos, e já estaria na décima temporada vencendo tudo, batendo recorde atrás de recorde e fazendo o público chorar em câmera lenta. Lionel Messi não é só um jogador. É um patrimônio da Argentina (e, por que não dizer, da humanidade?) com chute de esquerda, visão de raio-x e um chip instalado que parece antecipar o futuro — e os gols. Ah, que gols tem “La Pulga”...

Desde que apareceu no Barcelona como aquele "baixinho" argentino de cabelo escorrido e joelhos quase do mesmo tamanho do tronco, saído de Rosario aos precoces 13 anos, Messi só fez uma coisa: encantar e empilhar taças. Entre dribles, gols e olhares desconcertantes (pros adversários, claro), ele construiu uma carreira digna de videogame — daqueles em que você tem que escolher entre jogar com ele ou aceitar a derrota. O dono da pelada, do rachão, da baba.

 

henry-20090527-getty-ftr(Getty Images)

 

Vamos aos números totais da carreira (até junho de 2025):

Mais de 820 gols em jogos oficiais por clubes e seleção. Sim, é como se ele tivesse marcado todo dia útil de um ano inteiro — e ainda sobrasse!
Mais de 1000 participações diretas em gols, somando assistências (e que assistências!).
44 títulos oficiais na carreira, entre clubes e seleção. É mais do que muito clube grande por aí. Se você olhar pra estante da casa do Messi, vai achar que é uma filial da FIFA.
8 Bolas de Ouro, recordista absoluto. Nem precisa de penteadeira, só de um cofre blindado.

No Inter Miami: o gênio de rosa chiclete

Quando Messi desembarcou nos Estados Unidos, muita gente pensou: “vai só curtir a aposentadoria, tirar selfie com o Mickey e passear de iate”. Mas não. Ele foi jogar bola. E jogar bem.

Desde sua estreia no Inter Miami, em julho de 2023, o impacto foi imediato. O clube, que até então era mais famoso pelas camisas estilosas do que pelos troféus, virou protagonista com o argentino em campo. E a camisa, pasmem, passou até a ser bonita...

32 jogos oficiais até aqui
25 gols
16 assistências
1 Leagues Cup levantada – o primeiro título da história do clube.
Audiência da MLS nas alturas e recorde de camisas vendidas – porque Messi não só faz gol, ele faz mercado.

 

messi-20230716-getty-ftr(Getty Images)

 

Ah, e detalhe: o time, que costumava ter arquibancada meio vazia, agora parece show da Taylor Swift. Tudo por causa de um argentino de 1,70m e uma canhota divina.

Pela Seleção Argentina: do calvário ao Olimpo

Messi já viveu de tudo com a camisa celeste. Teve coração partido, finais perdidas, críticas pesadas e até aposentadoria-relâmpago (que durou menos que férias escolares). Mas como toda boa história tem um final épico, ele deu a volta por cima com direito a tango, mate e troféu.

180 jogos com a seleção principal
108 gols – maior artilheiro da história da Albiceleste.
56 assistências – porque ele também é generoso.
Copa América (2021), Finalíssima (2022) e, claro, a Copa do Mundo do Catar em 2022, com roteiro de cinema: Messi brilhando, fazendo dois gols na final contra a França, liderando nos pênaltis e abraçando a eternidade.

 

Messi Argentina_December 2022Alex Pantling/Getty Images

 

Hoje, ele é mais do que um ídolo na Argentina. É uma entidade. Tem estátua, mural, escola com o nome dele e, provavelmente, criança chamada “LionelMessiGonzález”.

Resumo da ópera:
Messi não precisa mais provar nada a ninguém. Se o futebol é feito de momentos, ele colecionou todos. Se é sobre paixão, ele despertou em torcedores rivais o desejo secreto de ver mais um drible, mais uma assistência, mais um gol de falta por baixo da barreira. E se um dia resolver parar (mas sem pressa, tá, Leo?), o mundo ainda vai demorar a encontrar outro como ele.

E talvez nunca encontre. Porque Messi... só existe um. E tá tudo bem assim.