
O Chelsea é o clube mais ativo neste mercado de trasnferências, com um investimento total de quase 400 milhões de euros.
Entre os destaques, temos a compra mais avultada desta janela, e uma das maiores de sempre, com a aquisição de Morgan Rogers por 138 milhões.
No entanto, são outras duas contratações que surpreenderam considerando aquela que vinha a ser a política dos 'Blues' na compra de jogadores.
Jordan Henderson e Danny Welbeck chegaram para acrescentar um nível de experiência até aqui inexistente no plantel de Xabi Alonso.
Com 36 e 35 anos, respetivamente, médio e avançado estiveram praticamente toda a sua carreira na Premier League. Apenas Henderson teve duas épocas no estrangeiro, meio ano no Al-Etiffaq da Arábia Saudita, e ano e meio no Ajax.
Welbeck conta com passagens por Manchester United, Sunderland, Arsenal, Watford e Brighton. Henderson foi seu colega de equipa no Sunderland em 2010/2011, e esteve ainda 12 anos no Liverpool, e a última época no Brentford.
Juntos somam 133 internacionalizações pela Inglaterra, e 863 jogos no principal escalão inglês, 463 para o médio, 400 para o avançado. Individualmente, têm mais do dobro dos jogos que o seguinte jogador do Chelsea com mais aparições na Premier.
É Pedro Neto, de 26 anos, que se segue com 180 jogos, ele que vai para a sua oitava época em Inglaterra. Robert Sánchez (170), Reece James (156) e Moises Caicedo (151) são os seguintes na lista.
O internacional português era mesmo um dos mais experientes do plantel na temporada passada, sendo um de apenas seis jogadores acima dos 25 anos.
Robert Sánchez, Marc Cucurella, Trevoh Chalobah, Tosin Adarabioyo e Reece James eram os restantes.
É uma mudança radical na estratégia do Chelsea, conhecido nos últimos anos por contratar vários jogadores abaixo dos 27 anos com contratos de longa duração.
O último a chegar fora deste registo tinha sido Pierre-Emerick Aubameyang, quem em 2022 reforçou o Chelsea aos 33 anos.



