
Argentina e Espanha jogam este domingo a grande final do Mundial 2026.
O percurso das duas equipas tem sido marcado por grandes vitórias, e no caso da Argentina, revitavoltas épicas.
Na fase a eliminar, os argentinos não têm aplicado goleadas ou dominado de forma absoluta. Pelo contrário, a equipa de Scaloni tem apanhado alguns sustos, mas mostrado também uma resiliência de invejar.
Com Cabo Verde nos 16-avos foi necessário prolongamento, e contra Salah e companhia, encontro com o Egito nos oitavos, a Argentina teve mesmo de reverter uma desvantagem de dois golos fazendo três nos 10 minutos finais.
Com a Suíça nos quartos, o jogo voltou a chegar aos 120 minutos, e nas meias finais contra Inglaterra, a turma capitaneada por Lionel Messi virou a desvantagem criada por Anthony Gordon nos últimos cinco minutos.
Ou seja, nos quatro jogos a eliminar, a atual campeã do Mundo ou foi a prolongamento, ou anulou desvantagens de forma dramática. Para esse sucesso, destaque para o fator Messi, que continua a ser a grande inspiração desta equipa com 12 contribuições para golo, e a profundiade de um plantel coeso e com um espírito de missão e capacidade de manter a cabeça fria impressionantes.
Já em sentido contrário, e com apenas um golo sofrido, a Espanha nunca precisou de reverter o resultado ou de jogar para lá do tempo regulamentar.
No entanto, nos sete jogos realizados no torneio, os ibéricos sofreram um empate, no jogo inaugural com Cabo Verde, enquanto a Argentina tem um registo 100% vitorioso.
Os 19 golos marcados tornam a 'Albiceleste' o melhor ataque da prova, sendo que 12 deles chegaram nos últimos 15 minutos, mais um dado que torna a Argentina a protagonista das "remontadas".



