
A seleção francesa não foi só eliminada do Mundial 2026 frente à Espanha nas meias finais, como também acabou por perder uma das figuras mais importantes nos últimos 14 anos: o selecionador Didier Deschamps.
O antigo jogador e agora ex-selecionador francês já tinha anunciado, em janeiro de 2025, que sairia após o término do Mundial. O seu substituto foi hoje oficializado: Zinedine Zidane.
Recorda o percurso de Deschamps na seleção francesa, sendo o último selecionador a conquistar um Mundial pelos "Bleus" em 28 anos.
Didier Deschamps chegou à seleção francesa após o término do Euro 2012, e o primeiro teste para o antigo internacional francês foi o Mundial 2014 no Brasil.
A França terminou o Grupo E na 1ª posição, com sete pontos e apenas um empate frente ao Equador.
Nos oitavos de final, eliminou a Nigéria por 2-0, com golos de Paul Pogba e um auto-golo de Joseph Yobo.
No entanto, os franceses caíram perante a futura campeã, a Alemanha, nos quartos de final, com uma derrota por 0-1.
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O Euro 2016 tinha tudo para ser uma competição de sonho para os franceses.
Na fase de grupos, empataram apenas contra a Suíça e terminaram na 1ª posição do Grupo A.
Nos oitavos de final, apesar do susto aos 2’ frente à República da Irlanda, deram a volta e venceram por 2-1. Nos quartos de final, bateram a Islândia por 5-2.
A meia final frente à Alemanha tornou‑se histórica: pela primeira vez desde 1958, a França venceu os alemães em competições oficiais.
Com todos os indicadores a apontarem para uma vitória francesa na final, Éder teve outros planos. Aos 109’, o ponta‑de‑lança português desfez o sonho francês e deu à seleção portuguesa o seu primeiro título da história.
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Pela terceira vez consecutiva, Didier Deschamps e França terminaram a fase de grupos em 1ºlugar com um empate e três vitórias.
Nos oitavos de final venceram a Argentina por 4-3, num jogo épico que incluiu o golo espetacular de Benjamin Pavard, que chegou a ser nomeado para o prémio Puskás.
Nos quartos de final, derrotaram o Uruguai por 2-0. Na meia‑final, venceram a Bélgica por 1-0.
Na final frente à Croácia, os franceses mostraram-se dominantes, sobretudo na segunda parte e conquistam o segundo título mundial.
No "grupo da morte" frente a Portugal, Alemanha e Hungria, a França passou para a fase seguinte da competição em 1º lugar.
Nos oitavos de final, foi surpreendida pela Suíça. Após o empate no tempo regulamentar, o jogo foi decidido nas grandes penalidades, onde Yann Sommer brilhou e garantiu o apuramento suíço.
Foi a primeira e única vez que Deschamps não chegou, pelo menos, aos quartos de final de uma grande competição.
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A França chegou ao Mundial do Qatar com o objetivo de revalidar o estatuto de campeã do mundo.
Terminou novamente em 1.º lugar no Grupo D, perdendo apenas frente à Tunísia na última jornada.
Encontraram a Polónia nos oitavos de final, um jogo em que a seleção francesa venceu por 3-1.
Nos quartos de final, a França venceu a Inglaterra graças a um golo de Giroud aos 78' e na meia final derrotou a sensação do Mundial, Marrocos, por 2-0.
Já na final, defrontaram a Argentina, numa das melhores decisões de sempre. O jogo só ficou decidido nas grandes penalidades, onde os argentinos foram mais eficazes e a seleção de Didier Deschamps acabou por ficar com a medalha de prata.
Pela primeira vez, Didier Deschamps e França não ficaram em primeiro lugar na fase de grupos de um Europeu ou Mundial. Terminaram em segundo, atrás da Áustria.
Contra a Bélgica nos oitavos de final, venceram por 1-0 e nos quartos de final, eliminaram a seleção portuguesa nas grandes penalidades.
Já na meia final, apesar de um jogo equilibrado a Espanha levou a melhor contra os franceses, muito por conta da eficácia ofensiva de Lamine Yamal.
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Didier Deschamps chega ao Mundial 2026 com a meta de terminar a sua passagem pela seleção francesa com o pé direito.
Venceu todos os jogos da fase de grupos, eliminou a Suécia por 3-0 nos 16 avos, o Paraguai por 1-0 nos oitavos e, pela segunda vez consecutiva, derrotou Marrocos por 2-0 nos quartos de final.
Na meia final, caiu novamente frente à Espanha por 2-0, num jogo em que os franceses deixaram muito a desejar, relativamente à prestação em campo.



