Diogo Dalot falou em exclusivo com a DAZN sobre a temporada do Manchester United, ele que é um dos jogadores com mais experiência no clube.
Contratado em 2018, com apenas 19 anos, o português vai na 8ª época em Inglaterra, com um empréstimo bem sucedido ao AC Milan pelo meio. Nos últimos anos, a sua influência tem sido evidente, com o lateral a chegar aos 50 ou mais jogos nos dois últimos anos.
O registo de titular indiscutível manteve-se na presente temporada, quer com Ruben Amorim, quer com Michael Carrick, com um golo e três assistência apontadas. Sobre o atual momento sob o ténico inglês, Dalot sente o plantel com uma energia diferente, evidente no trabalho diário em Carrington, o centro de treinos do United.
"É sempre mais fácil trabalhar quando ganhas jogos. Queremos que isso seja o normal, estamos a falar do Manchester United, um clube que não deveria ser notícia não estares a perder durante seis jogos, ou seja, queremos mudar essa narrativa. Mas não podemos ser ingénuos, com os últimos anos estar num momento destes é sempre importante", explica.
O novo contexto também trouxe uma ligeira mudança de posição, com Diogo Dalot a regressar a uma linha de quatro defesas para ser mais um lateral que um ala, como acontecia com Amorim. A preferência de Dalot é mesmo a de jogar mais atrás, com o português a explicar as diferenças entre as duas posições, e o porquê da atual lhe ser mais natural, uma vez que foi aí que fez toda a sua formação.
É já o segundo jogador com mais anos de casa do plantel atual, apenas atrás do lateral esquerdo Luke Shaw, um estatuto que não imaginava assumir quando pensa no seu início de carreira, e em todos os sacríficios que são precisos ser feitos para que, mesmo nos escalões de formação, já haja um compromisso de profissionalismo, uma boa base para quando eventualmente se chega ao topo da profissão.

Aos 26 anos, é hoje, e de forma natural, um dos líderes do balneário, já tendo, inclusive, capitaneado o Manchester United pela primeira vez esta temporada.
"É uma responsabilidade que gosto de ter. Sei que consigo ser um exemplo, e ao mesmo tempo aprender com todos os que aqui estão. Ainda me considero bastante novo, mas ter chegado ao clube tão cedo tem que me dar essa responsabilidade", acrescenta.
A fechar, tempo ainda para falar de Benjamin Šeško, ponta de lança que tem estado num momento de forma impressionante, e que é um dos melhores amigos de Diogo Dalot. Naquela que foi uma conexão imediata, Dalot destaca o profissionalismo do esloveno, revendo-se por isso na atitude demonstrada pelo ainda jovem de apenas 22 anos.
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