Pedro Neto, extremo do Chelsea, refletiu sobre um dos períodos mais exigentes da sua carreira, marcado pela adaptação a diferentes funções em campo, pela intensidade competitiva e pelo desafio constante de jogar ao mais alto nível.
Numa entrevista à DAZN, o internacional português recordou, entre outros momentos, a final do Mundial de Clubes frente ao PSG, explicando como teve de abdicar da sua forma habitual de jogar para servir a equipa, num contexto de enorme exigência física e competitiva.
"Houve jogos em que tive que abdicar um bocadinho da minha maneira de jogar. Por exemplo, nós jogámos a final contra o PSG, e lembro-me na brincadeira de dizer para o Mister que aos 40 minutos estava morto. Quando marcámos o golo, eu fui lá falar com ele e disse: ‘Oh Mister, eu estou morto’, porque eu tinha que acompanhar o Hakimi e fazer um trabalho, digamos, um bocadinho mais sujo.
Sem dúvida que foi um ano muito desafiante, até pelas competições que tivemos. No ano passado conseguíamos descansar equipas entre a Conference e a Premier League. Este ano, com a classificação para a Champions League, comecei a ter mais o desafio de jogar um jogo, por exemplo, sábado, depois outro jogo terça-feira, depois outro jogo já domingo. Mas é um desafio inacreditável, porque não há coisa melhor do que estar em campo e conseguir jogar futebol."
Pedro Neto entra em ação esta quarta-feira, às 19h30, no Fulham x Chelsea, frente ao treinador português Marco Silva, num jogo para ver em exclusivo na DAZN.