
A França fechou a sua participação neste Mundial 2026, e embora o insucesso com o quarto lugar, num jogo de loucos em que perdeu 4-6 com a Inglaterra, individualmente, os gauleses têm marcas históricas.
São, para já, o melhor ataque, a par, precisamente, dos ingleses, com 20 golos marcados, quando só falta mesmo a final entre Espanha e Argentina.
Para este bom registo de golos, muito ajudaram Kylian Mbappé, claro está, com dez tiros certeitros, ele que se torna uma lenda da competição, mas também Michael Olise, nesta altura o rei das assistências no torneio, mas agora também, de toda a história dos Mundiais.
A dupla bisou em golos e assistências no jogo de terceiro e quarto lugar, curiosamente, com dois passes de Olise, para dois golos de Mbappé.
Os seus sete passes para golo fizeram com que ultrapassasse o patamar de Pelé, que em 1970 teve o maior registo numa única edição, com seis assistências. De 1966 para cá, período desde que há registo mesmo de acordo com a FIFA, era o brasileiro que liderava este dado.
Ao todo, Lionel Messi foi o que mais vezes assistiu em múltiplos torneios, com 12 assistências em seis participações. Atrás dele surgem Maradona (Argentina) com oito, Pierre Littbarski (Alemanha) e Grzegorz Lato (Polónia) com sete, e Ivan Perišić (Croácia), David Beckham (Inglaterra), Francesco Totti (Itália), e os alemães Thomas Häßler, Bastian Schweinsteiger, Thomas Müller, e Uwe Seeler a acompanharem Pelé com seis. Olise entra agora nesta lista.
O francês de 24 anos coroa assim uma época impressionante ao serviço do Bayern Munique em que realizou 21 golos e 26 assistências em 52 jogos. Foi mesmo considerado o jogador do ano da Bundesliga.



