A Taça das Nações Africanas da CAF (AFCON) será o último grande torneio de seleções em 2025, bem como o primeiro de 2026. A competição, que reúne as melhores equipas de África, realiza-se em Marrocos, entre 21 de dezembro e 18 de janeiro. A DAZN apresenta os detalhes da competição.
Marrocos: Os Leões do Atlas estabelecem o padrão de desenvolvimento para todo o continente, com jogadores de elite mundial e troféus internacionais. Não vencem a AFCON desde 1976 e têm tido resultados desapontantes, mas a jogar em casa têm de ser considerados os maiores favoritos à conquista do troféu.
Egito: Os Faraós dependem cada vez mais de Mohamed Salah, que atravessa um período conturbado no Liverpool, mas somam sete títulos africanos. Com uma defesa sólida e um ataque cirúrgico, podem melhorar ainda mais esse recorde.
Senegal: Os Leões de Teranga são sempre uma das seleções mais entusiasmantes do continente, apresentando um registo impressionante de vitórias. Com jogadores como Koulibaly, Sadio Mané e Nicolas Jackson, têm uma hipótese de conquistar o segundo título.
Costa do Marfim: Os Elefantes entram mais na categoria de possíveis surpresas, mas são os campeões em título e apresentam uma seleção competitiva, com misto de experiência e juventude.

A AFCON costuma também ser o palco das seleções dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa. Como prova da enorme competitividade do futebol africano, Cabo Verde conseguiu apurar-se para o Mundial, mas não garantiu um lugar na competição continental.
Assim, os representantes da lusofonia serão Angola e Moçambique. Os Palancas Negras sofrem com dores de crescimento, pela adaptação de vários jogadores da diáspora à cultura da seleção, mas mudaram de treinador e gostam de adversários difíceis. Já os Mambas têm pouca experiência na AFCON, mas estão a crescer e podem surpreender em todos os encontros.
Por fim, a AFCON permite acompanhar vários jogadores que atuam em Portugal, mesmo em ligas inferiores. Ousmane Diomande (Costa do Marfim), Geny Catamo (Moçambique), Zaidu (Nigéria), Sikou Niakaté (Mali), Jonathan Buatu (Angola), Sphephelo Sithole (África do Sul), Rémy Vita (Comores) ou Dokou Dodo (Benin) são alguns dos nomes em missão internacional no próximo mês.