Atleti e Leverkusen têm desvantagens para ultrapassar perante os seus adeptos, enquanto várias equipas recebem a segunda mão dos oitavos de final da UEFA Champions League com vantagens a proteger.
Conseguirá o PSG vingar-se da derrota por 1-0 em Paris? Conseguirá finalmente o Atlético levar a melhor sobre os seus rivais da cidade na Liga dos Campeões?
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PAA vitória do Liverpool na primeira mão foi um clássico do tipo 'esmagar e agarrar'; os encarnados tiveram 35% da posse de bola e apenas dois remates contra 28 do PSG, marcando o golo da vitória a três minutos do final, com o seu único remate à baliza. "Se tivéssemos empatado, ainda teríamos tido sorte", disse o treinador Arne Slot. Agora a equipa do holandês procura dar o próximo passo na sua marcha rumo à glória na sua temporada de estreia.
Os líderes da Premier League vão fazê-lo talvez com o guarda-redes Alisson Becker, em boa forma, entre os postes. A prestação do brasileiro na capital francesa foi inesquecível . “Sem ele, não sei onde estaríamos”, disse o marcador do único golo do jogo, Harvey Elliott.
Aconteça o que acontecer em Anfield, esperem golos. As perspectivas de Luis Enrique para a segunda mão prometem um jogo aberto: "Vamos lá e mostraremos que somos uma equipa que merece seguir em frente", disse. "Não temos nada a perder".
Dérbi de Madrid, edição da Liga dos Campeões
EFE
"Jogos como este estão sempre em jogo", disse o treinador do Real Madrid, Carlo Ancelotti, depois da sua equipa ter derrotado o rival da cidade na primeira mão, por 2-1. "É o Atleti, uma equipa de nível máximo europeu. Não imaginas que vai acabar na primeira mão." O registo caseiro do Atleti frente ao Real Madrid nesta competição é de 2 vitórias, 1 empate, sugerindo que esta eliminatória, para citar o goleador do Real Madrid, Brahim Díaz, “não terminou de todo”.
Diego Simeone sentiu que as coisas poderiam ter corrido melhor na casa dos vizinhos, dizendo: "Não conseguimos aproveitar melhor quando tínhamos o controlo do jogo". Mas o treinador do Atleti sabe que o factor casa pode ajudar a desequilibrar a eliminatória. "É sempre um incentivo jogar em casa", acrescentou. "Os nossos adeptos incentivam-nos, dão-nos energia... precisaremos dos nossos rapazes." Enquanto isso, os seus jogadores sentem que coisas boas podem estar para vir. "Restam [no mínimo] 90 minutos perante os nossos adeptos", disse o médio Marcos Llorente. "Estamos ansiosos por isso".
Será que o Benfica consegue ultrapassar o Barcelona?

O treinador do Benfica, Bruno Lage, considerou que o resultado da primeira mão por 1-0 deveria ter sido diferente, mas mesmo assim a derrota significou que o clube português venceu apenas três dos últimos 24 jogos nas competições da UEFA frente a equipas espanholas (8 empates e 13 derrotas). No entanto, o avançado Vangelis Pavlidis não está a atirar a toalha ao chão: "Há um segundo jogo e ainda está em aberto. Tudo é possível. Não será fácil, mas sabemos como somos bons".FC Barcelona
O Barcelona mostrou um lado diferente da sua personalidade ao vencer a primeira mão. Melhor marcador da fase do campeonato, a equipa de ataque de Hansi Flick mostrou uma resiliência impressionante para garantir a vitória em Lisboa, apesar de ter ficado reduzida a dez jogadores aos 22 minutos, após a expulsão de Pau Cubarsí. "Sabíamos que íamos sofrer depois do cartão vermelho e estamos felizes com o que fizemos", afirmou o médio Pedri. “Sabíamos fazer isso com um bloco baixo e tivemos a calma para os cansar e procurar a velocidade que temos na frente”.
Este entusiasmo ofensivo foi sintetizado por Raphinha, que já esteve diretamente envolvido em 23 golos nos seus 21 jogos na Liga dos Campeões e marcou o golo da vitória em ambos os encontros entre as equipas esta temporada.