
No início de cada Mundial, há sempre equipas favoritas à vitória, jogadores que todos apontam para serem as maiores figuras, os melhores marcadores, etc.
Mas quantas vezes não são os jogadores de menor destaque a fazer história?
Neste artigo, recordamos os 10 heróis mais improváveis da história dos Mundiais!
Era um dos bons valores do futebol europeu mas, naquela selecção alemã, havia maiores destaques - casos de Lahm, Hummels, Ozil, Kroos ou Muller.
Gotze só foi titular em três dos sete jogos do Mundial 2014. Na final, frente à Argentina, foi lançado aos 88' e, no prolongamento, marcou o golo histórico que deu o título à 'Mannschaft'.
Foi condenado devido a um escândalo de resultados combinados ('Totonero') e suspenso durante dois anos, falhando o Euro 1980.
A sua chamada para o Mundial de Espanha foi muito contestada, já que Rossi só tinha feito três jogos pela Juventus em 1982.
Na fase de grupos, a Itália fez três empates em três jogos e Rossi não marcou qualquer golo.
Mas, nas rondas seguintes, tudo se alterou: marcou seis golos (três ao Brasil, dois à Polónia e um à Alemanha Ocidental na final) e ficou para sempre como a figura maior dessa conquista.
Levou um país com sete anos de existência ao 3.º lugar do Mundial 1998.
Embora fosse um avançado com nome (jogava no Real Madrid), Suker era menos mediático do que um Ronaldo, um Inzaghi ou um Del Piero.
No Mundial, fez seis golos e atingiu o pico da carreira. Ainda hoje, falar do França'98 é falar de Davor Suker.
Nunca foi um guarda-redes de renome: passou nove anos na sombra no Arsenal, somando vários empréstimos discretos.
A sua carreira mudou em 2020/21, quando se mudou para o Aston Villa. Agarrou o lugar no clube e na selecção, foi ao Mundial e ganhou a titularidade.
Fez uma defesa histórica na final, contra a França, negando o golo da vitória a Kolo Muani aos 123 minutos.
Quem? Pois. 'Toto' Schilacci nunca foi mediático: fez boa parte da carreira nos escalões inferiores e, na Juventus, não teve grande destaque.
Nunca tinha marcado pela selecção antes do Mundial, mas tornou-se a grande figura de uma Itália apagada e que jogava em casa.
Com seis golos, o avançado levou os transalpinos ao 3.º lugar. Depois disso, só marcaria mais um golo pela selecção.
Nunca uma selecção africana tinha chegado aos quartos de final de um Mundial. Conseguiu-o graças ao contributo de um "ancião" de 38 anos.
Roger Milla, que jogava num clube da Ilha Reunião, saltou do semi-anonimato para a ribalta ao marcar quatro golos no Mundial (dois à Roménia, dois à Colômbia).
Nos quartos, os Camarões ficaram a sete minutos de eliminar a Inglaterra.
O homem do 'Maracanazo'. Foi dele o golo que derrotou no super-favorito Brasil na final do Mundial de 1950, em pleno Maracanã.
Tem seis golos pela Rússia... todos no Mundial 1994.
Embora o seu país não tenha passado da fase de grupos, Salenko entrou para a história desse Mundial: marcou uma vez à Suécia e cinco vezes aos Camarões, terminando como o melhor marcador da prova.
Antes da final não era uma estrela. Tornou-se o único jogador a marcar um hat-trick numa final de Mundial até Mbappé repetir a façanha em 2022.
Durante três séculos, o Senegal foi colónia francesa. Até 2002, nunca se tinha qualificado para a prova.
O país africano chegou à Coreia/Japão como outsider; no primeiro jogo, defrontou a França e, contra todas as expectativas, venceu por 1x0.
O golo histórico coupe a Bouba Diop, que faria mais um golo nessa caminhada senegalesa até aos quartos.
Diop morreu em 2020, de doença prolongada.



