
Roberto Martínez sentou-se com a DAZN para uma entrevista onde olhou para o passado, não só como treinador, mas como jogador.
Com um percurso extenso em solo britânico, Martínez jogou, sobretudo, no Swansea e no Wigan, clubes que também assumiu já como treinador.
No total foram mais de 20 anos que terminaram ao serviço do Everton há precisamente 10 anos, quando o agora selecionador nacional assumiu a Seleção da Bélgica em 2016.
Enquanto selecionador, e com Thierry Henry como adjunto, o grande destaque foi o terceiro lugar no Mundial de 2018, numa equipa que Roberto Martínez considera ser a "melhor geração belga da história, uma geração de talento sublime ".
Há três anos, assumiu os destinos lusos, com um orgulho enorme por ser aposta num país que tem "uma das melhores escolas de treinadores do mundo ".
Por cá, muitos elogios a Cristiano Ronaldo, num olhar para a desilusão do Euro 2024, derrota com a França nos quartos de final após grandes penalidades, que contrasta com a felicidade de um anos depois conquistar a Liga das Nações, uma competição que Martínez considera a "mais exigente a nível internacional ".
Palavras ainda para o momento difícl da perda de Diogo Jota. Já para o futuro, uma ambição clara. "Regresso dos Estados Unidos a 19 de julho ", data da final do Mundial.



