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A nova temporada da Formula 1 traz também uma reformulação profunda a nível dos regulamentos.
Os novos carros são visivelmente diferentes a nível de peso, dimensões, unidade motriz, pneus e segurança.
Este "reset" total colocou um desafio colossal às equipas, que se empenharam em conceber e construir monolugares completamente novos.
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A partir de 2026, os carros serão mais pequenos. Terão estas características:

As jantes continuam a ser de 18 polegadas, mas os pneus Pirelli terão:
O objectivo é ajudar a tornar os carros mais leves, mais ágeis e com menos resistência ao ar.
As coberturas sobre as rodas dianteiras desapareceram.
As asas dianteira e posterior foram profundamente revistas, sendo que a dianteira foi alvo de uma reformulação total e tem agora elementos mais estreitos.

É a mudança mais significativa e visualmente mais impactante.
O sistema DRS desaparece e os pilotos passam a poder ajustar o ângulo da asa dianteira e traseira, dependendo da zona da pista:
Sem DRS para atacar, os pilotos passam a contar com dois novos modos de energia:
O botão de boost dá acesso à potência máxima da unidade híbrida, desde que haja carga suficiente na bateria.
Pode ser usado em qualquer ponto durante uma volta, para atacar ou defender, mas exige gestão estratégica - desde logo, decidir quando usar toda a potência e quando recarregar.
Já o novo modo ultrapassagem, tal como acontecia com o DRS, só pode ser activado qd o piloto está a menos de um segundo do carro da frente.
Quando accionado, liberta energia eléctrica adicional para ultrapassar ou pressionar o adversário.

Os carros voltam a ter fundo plano, mas com difusores maiores e aberturas mais amplas.
Resultado: haverá menos apoio aerodinâmico, alturas ao solo mais elevadas e a eliminação do fenómeno de ressalto que marcou a geração de 2022 a 2025.
Os motores continuam a ser 1.6 V6 turbo-híbridos, mas o equilíbrio de potência mudou radicalmente.
Há uma maior preocupação com a sustentabilidade ambiental:
Agora, a relação é de 50% / 50% entre combustão interna e energia eléctrica.
Para alimentar tudo, o sistema de recuperação de energia (ERS) pode recolher o dobro da energia por volta.
O complexo sistema MGU-H desaparece: era pesado, caro e com pouca relevância para os carros de série.
Pela primeira vez na história, os motores de F1 passam a funcionar com combustíveis sustentáveis, já testados na F2 e F3.
São produzidos a partir de resíduos urbanos, biomassa não alimentar ou captura de carbono - certificados segundo normas muito rigorosas.
A célula de sobrevivência passa por testes mais exigentes.
Além disso, o arco de segurança suporta agora mais 23% de carga, o equivalente ao peso de nove carros familiares.
A estrutura de impacto dianteira foi redesenhada para se separar em duas partes, protegendo melhor o piloto em acidentes com múltiplos impactos.
Também as luzes foram actualizadas:
A pré-temporada terminou. Agora, vamos descobrir quem fez o melhor trabalho!
A corrida ao desenvolvimento está iniciada. Quem surgirá na frente do pelotão? A McLaren? A Red Bull? A Mercedes? A Ferrari?
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