
O futuro de Miguel Oliveira continua envolto em incerteza. O português, atualmente no 9.º lugar do WorldSBK, regressou em Misano após a queda aparatosa na Hungria que o deixou fora de ação.
Fora das pistas, aproxima‑se uma decisão crucial para 2027: permanecer na BMW ou abrir um novo capítulo na Ducati.
O contrato de Oliveira é válido até 2026, mas a BMW tinha uma opção, não ativada até 30 de junho, para prolongar por mais um ano.
A ausência de ativação não significa desinteresse. Pelo contrário, a marca alemã pretende negociar um acordo mais longo, possivelmente de duas a três temporadas, garantindo-lhe estabilidade até aos 34 anos.
A continuidade é uma possibilidade forte, mas não a única dentro da grelha das Superbikes.
Com a indefinição na BMW, a Ducati surge como alternativa real. A equipa mais dominante do campeonato deverá perder Nicolò Bulega, vencedor de todas as corridas da época, para a VR46 no MotoGP.
A expectativa é que Iker Lecuona renove, abrindo espaço para uma dupla ibérica com Oliveira, cenário avançado pela Sport TV. Para o português, seria uma mudança para a estrutura mais competitiva da categoria.



