
Charles Leclerc assinou um novo contrato de longa duração com a Ferrari. O anúncio surgiu esta terça‑feira, na antecâmara do Grande Prémio do Mónaco, a corrida do país do piloto monegasco.
Nascido e criado em Monte Carlo, Leclerc teve uma ascensão constante pelos escalões jovens do automobilismo. Após vencer o Mundial de Formula 2 com autoridade, garantiu a estreia na Formula 1 ao serviço da Sauber, já integrado na Academia de Pilotos da Ferrari.
Em 2019, concretizou a mudança para a Scuderia e conquistou rapidamente os adeptos, sobretudo após o triunfo em Monza. Desde então, entre épocas irregulares e outras mais competitivas, tornou‑se uma figura central da equipa italiana e do próprio Mundial.
Os detalhes do novo acordo não foram divulgados. A última renovação, assinada em 2024, prolongava o vínculo até 2029. Agora, especula‑se que o compromisso possa estender‑se para lá de 2030, reforçando a aposta mútua entre piloto e equipa.
Também não é claro se Leclerc receberá um aumento salarial. Segundo o portal Racing365, o monegasco aufere 30 milhões de euros por ano no contrato anterior.
O anúncio da renovação de Leclerc com a Ferrari em junho de 2026 surpreendeu parte do paddock. O piloto de 28 anos já tinha um contrato de longo prazo e muitos analistas viam esta temporada como decisiva para o seu futuro.
O objetivo é comum: ser campeão do mundo. A Ferrari não conquista o título desde 2007 e, nos últimos anos, tem estado arredada da luta pelo título mundial de pilotos. Em 2025, tanto Leclerc como Lewis Hamilton demonstraram descontentamento com a falta de evolução.
Apesar de um início de 2026 aquém das expectativas, a Ferrari ocupa o segundo lugar no Mundial de Construtores, atrás da Mercedes. A renovação pode refletir confiança no crescimento recente da equipa e na capacidade de desenvolver o SF-26.



