António Félix da Costa afirma que a troca da Porsche pela Jaguar na Fórmula E lhe devolveu o sentimento de estar "numa equipa unida".
À DAZN, na primeira entrevista em exclusivo - que podes ver na íntegra na app - , o piloto português assume a "vontade de ser campeão" e elogia a Jaguar por o ter encorajado a participar também no mundial de Resistência (WEC).
"Entro na Jaguar com a vontade de ser campeão mas, acima de tudo, à procura de ter um sentimento de estar numa equipa unida. Se eu não conseguir ganhar uma corrida, que seja o meu colega de equipa a ganhá-la", diz Félix da Costa. "Espero poder trazer essa minha faceta de desenvolvimento, de talento, de boa onda como pessoa e como atleta. [Quero] poder ajudar a Jaguar a ganhar o seu primeiro campeonato mundial de pilotos".
Mas o piloto, 5.º classificado do último mundial de Fórmula E, também não abre mão da participação no mundial de Resistência. Revela, aliás, que essa foi "uma das condições" que colocou à Jaguar, a quem agradece a abertura e a compreensão por não lhe terem exigido exclusividade.
"A Jaguar não só aceitou como uma das coisas que me deram mais motivação foi [dizerem]: 'Claro que sim, se tu queres e se te faz bem estar num carro de corrida todos os fins-de-semana, que assim seja'. Por isso não foi só o aceitar, foi até o encorajar dessa decisão", afirma.
O Mundial de 2025/26 da Fórmula E começa a 6 de Dezembro, com o ePrix de São Paulo.