
Pierre Gasly, piloto da Alpine, mostrou-se extremamente aborrecido com a FIA pela penalização sofrida no último GP do Mónaco que lhe impediu manter o último lugar do pódio. Seria apenas o sexto na carreira.
O piloto francês até terminou na terceira posição, a sua melhor prestação da temporada, tendo festejado o feito ainda antes da corrida terminar, não sabendo ainda das punições atribuídas.
Os representantes da Alpine pediram uma audição sobre o assunto. Entretanto, foram notificados de que terão de se apresentar ao Colégio de Comissários no dia 11, às 13h00 (12h00 de Lisboa).
Gasly partiu do nono lugar, numa prestação muito conseguida, mas só após o fim da prova ficou a saber das duas penalizações de 10 segundos por excesso de velocidade na pit lane, passando o limite de 60 km/h em 0,1 km/h e em 0,4 km/h. Acabou por cair para a sétima posição.
As comunicações por rádio entre a Alpine e Gasly mostram que a equipa avisou diversas vezes o piloto sobre risco de excesso de velocidade nos boxes antes das duas infrações
No entanto, já após o GP, a Alpine manifestou também o seu desagrado total, e chegou a solicitar uma revisão do caso, alegando problemas no método de medição de velocidade utilizado pela FIA.
Gasly não foi o único piloto punido durante a prova. Lewis Hamilton, George Russell, Oscar Piastri e Franco Colapinto também foram sancionados, mas ao contrário de Gasly, foram punidos apenas uma vez.
A FIA já informou que não encontrou qualquer falha no sistema de medição, e revelou que as equipas foram alertadas previamente sobre o risco de infrações na pit lane.



