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Neste artigo, apresentamos-te os directores das onze equipas em competição.
Entrou na McLaren em 2015, para chefe de operações de corrida. É director de equipa desde 2022.
Antes, o italiano esteve na Ferrari, onde trabalhou com Michael Schumacher, Kimi Raikkonen e Fernando Alonso.
A McLaren tem estado numa trajectória ascendente desde que Andrea Stella assumiu a função de chefe de equipa, conquistando dois mundiais de construtores consecutivos (em 2024 e 2025).
No ano passado, celebrou também o título de pilotos, graças ao triunfo de Lando Norris.

É o director de equipa mais antigo do grid: está à frente da Mercedes desde 2013.
Após uma breve carreira no automobilismo, Wolff transitou para o mundo dos negócios e investimentos.
Em 2009, o austríaco investiu na equipa da Williams e, mais tarde, tornou-se director executivo da equipa. Em 2013, passou a ser sócio-gerente da Mercedes, além de adquirir uma participação de 30% na equipa.
Wolff, que é também o CEO da equipa, liderou os Silver Arrows durante um período de enorme sucesso nos anos seguintes.
Ajudou a equipa a vencer sete campeonatos de pilotos (entre 2014 e 2020) e oito campeonatos de equipas (entre 2014 e 2021).
Depois de voltar ao segundo lugar em 2025, a Mercedes espera regressar ao topo em 2026.
F1
Pela primeira vez na história da equipa, a Red Bull vai começar uma temporada sem Christian Horner como diretor de equipa.
A jornada de Mekies na F1 começou como engenheiro de corrida de motores da Arrows, em 2001.
No ano seguinte, o francês ingressou na Minardi, tornando-se engenheiro-chefe quando a equipa se transformou na Toro Rosso, em 2006.
Ingressou na FIA em 2014, para as funções de diretor de segurança e, mais tarde, diretor adjunto de corrida da F1. Em 2018, tornou-se diretor desportivo da Ferrari.
Saiu da Scuderia em 2023, juntando-se à então AlphaTauri como diretor da equipa. No ano passado, substituiu Horner na Red Bull, ajudando a equipa a recupera na segunda metade da temporada.
Red Bull Content Pool
Vasseur parte para a quarta temporada como chefe de equipa da Ferrari.
Antes de chegar à Fórmula 1, o francês notabilizou-se pela criação de equipas de categorias jovens, nas quais brilharam nomes como Lewis Hamilton e Nico Rosberg.
Entrou na F1 pela mão da Renault, em 2016, para chefe de equipa. De 2017 a 2022, liderou a Sauber/Alfa Romeo, ajudando-a a alcançar resultados estáveis e a lançar jovens pilotos.
Na Ferrari, onde está desde 2023, foi um dos responsáveis pela contratação de Hamilton, naquela que foi uma das maiores mudanças da história da Formula 1.
Tem sido alvo de algumas críticas devido aos resultados da Ferrari.
@ScuderiaFerrari
Entrou na F1 em 2001, com apenas 22 anos, para ser engenheiro da BAR. Foi progredindo na hierarquia durante as diferentes fases da equipa, quando esta passou a chamar-se Honda, Brawn GP e Mercedes.
Foi chefe de estratégia da Brawn em 2009 e continuou a ter sucesso com a Mercedes entre 2014 e 2021.
Desde que se juntou à Williams, em 2023, Vowles tem tentado levar a equipa de volta ao topo. Em 2025, a Williams ficou em 5.º no mundial de construtores.
Williams
A reorganização da Red Bull, em meados de 2025, levou Alan Permane a assumir o cargo de diretor da equipa Racing Bulls.
O britânico na equipa da Benetton em 1989, assistindo de perto aos títulos de 1994 e 1995 de Michael Schumacher.
Manteve-se durante mais de 20 anos na mesma estrutura de equipa, que se transformou em Renault, Lotus, novamente Renault e, por fim, Alpine.
Deixou finalmente a sua equipa de sempre em 2023, para ser director de corrida da Racing Bulls. Em 2025, com a saída de Mekies para a Red Bull, tornou-se director de equipa.

É um nome que dispensa apresentações. Adrian Newey tornou-se um dos designers mais bem-sucedidos da F1: ao longo dos anos, várias das suas criações conquistaram inúmeros campeonatos na Williams, McLaren e Red Bull.
Ficou na equipa sediada em Milton Keynes entre 2006 e 2024. Após muita especulação, soube-se que Newey rumaria à Aston Martin para ser Managinf Technical Partner em 2025.
No âmbito da reestruturação organizacional, o britânico tornou-se chefe de equipa a partir de 2026.
Formula 1
O japonês entra na sua terceira temporada como diretor da Haas. Está na F1 desde 2003, ano em que se estreou como engenheiro na BAR.
Em 2006 ingressou na Renault como engenheiro de desempenho e, posteriormente, como engenheiro de corrida, trabalhando com pilotos como Vitaly Petrov e Romain Grosjean.
Juntou-se à Haas em 2026, primeiro como director de engenharia de pista. É chefe de equipa desde 2024.

Entrou na Benetton em 1991, como mecânico júnior. Participou na conquista de títulos do mundial de construtores, na altura da era de ouro de Michael Schumacher na equipa.
Foi team manager da Red Bull, onde esteve de 2006 a 2024. Com Wheatley ao leme, a equipa conquistou vários mundiais de pilotos e de construtores.
Foi director desportivo da Sauber em 2025 e mantém-se na função com a reconversão da equipa para a Audi.

Após a saída do antigo diretor da Alpine, Oliver Oakes, em maio de 2025, o consultor executivo Flavio Briatore assumiu as funções; Nielsen, por seu turno, foi contratado para diretor-geral.

A Cadillac estreia-se na F1 em 2006 e escolheu um nome experiente para comandar os destinos da equipa.
Graeme Lowdon já tem experiência no que toca à criação de novas equipas: em 2010, ajudou a trazer a Virgin Racing para a modalidade. Entre essa data e 2016, foi o director da equipa, posteriormente Marussia.
