Está à porta a nova época de Formula 1, e o entusiasmo é cada vez maior para a temporada de 2026, depois de no ano passado a luta pelo título ter sido mesmo até à última.
A Atlassian Williams surge com grande otimismo neste novo capítulo, sentimento expresso pelo chefe de equipa James Vowles. O britânico olha para a parceria com a Mercedes como essencial para sustentat os grandes objetivos para as corridas que aí vêm, olhando para o futuro para lá de 2026.
Com motores da Mercedes desde 2014, a também equipa britânica olha para a longevidade desta fusão como uma vantagem perante outras equipas que também utilizam motores da mesma marca, como a Alpine, uma novidade para esta temporada, ou a McLaren desde 2021.
A Williams não esteve presente nos mais recentes testes de Barcelona devido a atrasos com a construção dos novos carros, mas Vowles mantém-se otimista que tudo estará a postos nos testes de Bahrain que começam a 11 de fevereiro, e defende que não está em desvantagem em relação aos rivais.
"Estávamos a pressionar o sistema, para ter a certeza que o otimizávamos, percebendo como o podemos melhorar para o futuro", adiantou.
Apesar de ter perdido a Aston Marin para a Honda, a Mercedes continua a ser a fornecedora de maior potência na grelha, e vai continuar a trabalhar com as três equipas já mencionadas, para além de ter a sua própria equipa.
A expectativa é que a Williams faça melhor que a temporada passada, em que os seus pilotos Alex Albon e Carlos Sainz ficaram em 5º na classificação dos Construtores, a melhor em 10 anos, e em 8º e 9º individualmente, respetivamente.
A última vitória da equipa veio em 1997, quando Jacques Villeneuve foi também o campeão mundial.