
A UEFA anunciou que vai boicotar todas as provas da FIFA (Mundial feminino, masculino e Mundial de Clubes) se a proposta de Gianni Infantino para criar a FIFA Forward Enterprise e privatizar uma parte do Mundial avançar.
Com isto, existe a possibilidade de todas as seleções europeias não participarem no próximo Mundial, em 2030, que será disputado em Portugal, Espanha e Marrocos.
Descobre se existe a possibilidade de Portugal perder a organização do Mundial 2030 e quais seriam as consequências para a maior prova do desporto‑rei:
Ainda não houve qualquer comunicado oficial da Federação Portuguesa de Futebol sobre o possível boicote da UEFA.
No entanto, se o boicote se confirmar, existe uma forte possibilidade de Portugal não sediar o Mundial 2030. O mesmo aplica-se à Espanha, já que ambos os países fazem parte dos 55 membros da UEFA.
O único país que, nestas condições, poderia sediar o Mundial seria Marrocos, o terceiro organizador do torneio, que não pertence à UEFA.
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Se o boicote da UEFA se concretizar, terá consequências drásticas tanto para o Mundial como para a própria FIFA.
Todos os 55 membros da UEFA deixariam de participar nas competições organizadas pela FIFA, o que implica a ausência de seleções como: Portugal, França, Inglaterra, Espanha, Alemanha, Países Baixos, entre outras.
Recorde‑se que, das últimas seis edições do torneio, cinco foram vencidas por seleções europeias: Itália (2006), Espanha (2010), Alemanha (2014), França (2018) e Espanha (2026). Mas as consequências não seriam apenas desportivas.
Em termos económicos, a Europa é um dos maiores mercados comerciais do mundo. Sem estas seleções, haveria menos audiências e, consequentemente, menos patrocinadores, o que poderia gerar uma profunda queda de receitas para a FIFA.



