Max Verstappen pôs fim a meses de especulação e uma iminente mudança para a Mercedes ao confirmar que vai continuar na Red Bull Racing na nova era de motores da Formula 1, em 2026.
Em entrevista no paddock de Hungaroring antes do Grande Prémio da Hungria deste fim de semana, o tetracampeão mundial disse que era "tempo de acabar com todos os rumores" e insistiu que a sua intenção de permanecer nunca vacilou. "Para mim, sempre foi bastante claro que iria ficar", disse aos jornalistas, acrescentando que as discussões em curso sobre o carro de 2026 não fariam sentido se estivesse a planear sair.
A declaração do holandês encerra uma narrativa que ganhou força desde que a Red Bull despediu o diretor de equipa de longa data, Christian Horner, no início deste mês.
As especulações sustentavam que a turbulência, juntamente com a esperada força da Mercedes quando o próximo regulamento do motor for divulgado, poderia atrair Verstappen, especialmente tendo em conta as cláusulas de rescisão relacionadas com o desempenho no seu contrato. Estas cláusulas mantêm-se intactas, mas Verstappen insistiu que nenhuma foi acionada e reiterou que o seu contrato vai até ao final de 2028.
Os rumores de uma mudança para a Mercedes foram alimentados pelo flirt público do chefe de equipa, Toto Wolff, mas o austríaco parece agora determinado a continuar com George Russell e o talento em ascensão Kimi Antonelli, deixando Verstappen a liderar o primeiro projeto de unidade de potência interna da Red Bull após a separação com a Honda. O campeão descartou a onda de mexericos como uma "novela", referindo que algumas pessoas "simplesmente gostam de provocar", enquanto ele prefere concentrar-se nas corridas.
